Dia das Mães


Hoje, num momento de reflexão, tive um instante de plenitude, fugaz mas singular o bastante para me garantir que estou no caminho certo, que estou no espaço sagrado da minha auto-realização.
Lembrando-me de alguns partos que tive a honra de assistir, lembrei-me de alguns olhares, de algumas expressões no exato momento onde também pude testemunhar o nascimento de uma mãe. Naturalmente isso não ocorre em todo parto que participo, mas quando ocorre… Nesse momento parece que o mundo para. Sabe aquela cena de filme em “slow motion”, onde por um instante a emoção e as sensações se prolongam e nos apercebemos disso? É mais ou menos assim! Num átimo entre respirações ofegantes, grunhidos e o retesamento espástico de todos os músculos do corpo, num momento entre o nascimento e o suspiro aliviado e ruidoso, entre o choro e os soluços incoercíveis, entre um momento de introspecção profunda seguido de uma explosão sincera de amor, alívio e do profundo sentimento de dever cumprido.
Não há mentira quando todo o corpo fala por nós, quando as emoções vem do fundo da alma e quando um ciclo de vida se encerra no exato momento onde outro se inicia. Obrigado a essas mães que me alimentaram com o que há de mais sublime na humanidade. Graças a vocês pude presenciar o amor na mais pura de suas concepções.
Parabéns a todas as mães pela data que simboliza seu dia, que na verdade são todos os dias!
Um forte abraço e o meu mais profundo sentimento de gratidão.

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